| Edda |
O Edda alemão pode ser considerado
como a Bíblia germânica. Neste livro está
contida a sabedoria oculta dos nórdicos. |
| Éden |
Simbolo do próprio sexo, que é
a porta de entrada ou de saída da felicidade suprema. |
| Eodon |
Palavra que pertence aos sábios
da luz e que significa aflição mística. |
| Ehecatl |
Deus do ar na simbologia gnóstica
nahoa. |
| Elohim Gibor |
A Representação positiva
do raio de marte. |
| Emepht |
Nome secreto de Deus, com o qual o raino
Judah Loew Ven Bezalel conseguiu no século XVI dar vida
a uma pequena estátua vermelha criando assim o homúnuculo
com o qual sonhava na Idade Média. Conseguiu animá-lo
como o Criador porque conhecia o nome secreto de Deus e o escreveu
na testa do boneco. |
| Ens Seminis |
A entidade do sêmen que não
deve ser desperdiçada com a fornicação
e sim transmutada com a ioga sexual.
Enxofre - O fogo sexual, o qual tem de ser roubado do diabo
no momento do arrebatamento místico-sexual. |
| EON 13 |
Região da justiça cósmica. |
| Ephaphata |
Na linguagem dos sábios da luz quer
dizer: Sê aberto. É o grande mantram que Cristo
ensinou para curar gagos e surdos. |
| Epifania |
É a ascensão das forças
crísticas no homem. |
| Epigênese |
Lei que tem a capacidade de gerar novas
circunstâncias. Somente o homem autêntico, com vontade
consciênte, pode modificar o seu destino e dar origem
a uma nova ordem das coisas. |
| Equidências |
Prejuízos, na linguagem dos sábios
da luz. |
| Eros |
Não confundir com Imeros ou Cupido.
Segundo Hesíodo, foi um dos quatro seres com os quais
se iniciou a criação. Os outros três eram
Caos, Tártaro e Terra. Eros como ser preexistênte
é a origem dos deuses imortais e de onde toda a criação.
É o único nascido do Ovo do mundo e incubado pela
noite, a qual cobriu-o com suas asas estendidas. A força
erótica não deve ser confundida com a paixão.
Se o representa no gnosticismo universal como um menino com
rosto de caveira e com uma tocha na mão direita. |
| Escorpião |
Escorpião ou lacráia é
o nono signo do zodíaco. Foi ele que picou o pé
de Órion por ordem de Diana. |
| Esculápio |
O Deus da medicina. Era filho de Apolono
e Coronis. Nasceu no monte Titeu e uma cabra o alimentou com
seu leite enquanto que um cão deleitava-se ao seu lado.
Quando o pastor viu o menino deu-se conta da auréola
que o rodeava e o adorou; do mesmo modo agiram os demais pastores.
O Centáuro Quíron encarregou-se de educálo
em Tessália. Foi com ele que Esculápio aprendeu
a conhecer as ervas que curam e as ervas que matam. Aprendeu
também a pronunciar os mantras que afastam as enfermidades
e as doenças. Logo o discípulo superou ao mestre,
pois chegou até a ressuscitar os mortos. Reavivou Glauco,
Acapaneu, Tínaro e Hipólito. Então, alarmado,
Plutão, Deus supremo do reino dos mortos, rogou a Júpiter
para que aniquilasse a Esculápio. Assim agiu o Tonante
atingindo-o com um de seus raios. Apolo, que nada podia contra
Júpiter, em represália, aniquilou com suas flechas
aos cíclopes que haviam forjado o raio.
Esculápio foi levado ao céu e converteu-se na
constelação da serpente.
Nos templos consagrados a Esculápio haviam numerosas
tabuinhas nas quais quem tinha se curado invocando seu nome
descrevia sua doença e a medicina empregada para combate-la;
davam ainda graças a Deus por haver escutados seus rogos.
Essas tabuinhas foram os primeiros tratados de medicina e as
antecessoras dos retábulos ou ex-votos que se vÊ
hoje nas igrejas do méxico. |
| Eternidade |
Era representada por uma serpente que mordia
a própria cauda, por uma fênix que renascia de
suas próprias cinzas ou ainda por um círculo em
cujo centro havia um relógio de areia alado. A serpente
que morde a própria cauda - linha sem fim - ou a fênix
que ressucita a cada 500 anos constituem-se em magníficos
símbolos gnósticos da eternidade. |
| Evos |
São períodos de tempo totalmente
definidos, claros e precisos. São as sete eternidades. |