CLXV
Textos sobre Antropologia
O Fim da Monarquia

Monarquia é o sistema de Reinado aonde há um regente que tem por responsabilidade guiar e administrar o que é relativo a um povo específico que lhe cabe.

A Monarquia, o sistema de Reinado, sempre termina em todas as humanidades, quando o Rei inverte seu papel frente ao povo.

Reinar não é dominar, não é impor, reinar é orientar, guiar, servir levando em consideração o bem comum.


O Rei sempre é o mais serviçal que há. Aquele que a todos quer servir, aquele que a todos quer ajudar, é pois quem por direito recebe a Coroa.
Reinar é servir, seja defendendo o povo como um todo, seja organizando, seja distribuindo a renda e fazendo bom uso do que é produzido por este mesmo povo, para o povo.

Quando o Rei esquece-se de suas funções, quando deixa-se levar pela cobiça, pelo orgulho, e por tudo mais de equivocado que há, pois cai miseravelmente e é deposto, morto e pode causar o fim da Monarquia em tal ou qual região (sistema).


Se observarmos a qualidade dos Reis, ele precisa ser sábio, ser humilde, generoso, e tudo aquilo que se refere ao que é Espiritual e Divino.
O Rei deve ser sempre o Cristo, por isto em certas épocas, o sistema de Reinado foi uma forma de Cristificação.

Os Reis, como os Faraós (dentre outros nomes similares), diziam-se em suas épocas serem a representação da Divindade, a própria divindade encarnada, e realmente é o que era para ser, ainda que em muitos casos, tivessem grandes debilidades e grandes defeitos ainda a serem trabalhados.


Houveram Reis brancos, houveram Reis negros, no sentido Espiritual. Mas quando certo Rei branco caiu, caiu a Monarquia como sistema de auto-realização.

Nos números 15 e 16, encontramos a prova máxima a qualquer Reinado.
As Paixões e o Fracasso Espiritual, são a causa do fim de qualquer Monarquia.

No 15 encontramos a debilidade humana e no 16 o castigo divino.


"Descobriste agora, ó Buddha, que és um rei dos reis do mundo.
Descobristes agora, ó Buddha que és um governante que governa os governos.
No entanto, os governos da Terra não te conhecem.
...
És um rei invisível e as nações te obedecem.
És um autêntico governante com poder para governar os governantes.
...
Revisaste algumas antigas ações de vidas anteriores.
Épocas passadas e fatos relacionados com o governo de um país em que estiveste encarnado.
A Lei do Karma tece tudo de forma sábia.
Avança, ó bom Buddha, avança.
" - Vontade-Cristo, Câmara 19 - Samael Aun Weor.

16/04/13