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CLXV
Textos sobre Antropologia
Apoio da Venerável Loja Branca

Já há alguns dias se iniciaram uma série de experiências internas concatenadas aonde se apontavam problemas e falhas dentro de uns dos pilares da Loja Branca no mundo físico. Em uma experiência interna ontem, voltamos ao físico com a seguinte e exata percepção: "Dita instituição no Brasil, não tem mais o apoio da Loja Branca".
Bem, esta percepção claro não relata algo permanente (também não exclui o apoio a indivíduos), mas uma ação tomada visto que as forças as quais deposita a Loja Branca estão sendo usadas para ferir uns a outros, dentre esta cúpula institucional. Resultado disto, para meu espanto foi hoje ver que mais duas páginas desta instituição saíram do ar, somando-se a uma terceira que já se encontrava inativa a algum tempo. Mais consequências físicas, dentre outras... destes eventos internos.

Claro que nada disto é permanente, e estes eventos são apenas agravamentos de situações que desde o interno há muito tempo vemos os Mestres lutando por resolver. Certamente fisicamente falta algo a ser feito, e é o que vamos aqui expor, dentre o que pudemos buscar desde as regiões internas da natureza.


Quem não luta contra si mesmo, luta contra outros. Quem não luta contra outros, luta contra os seus.
Ou seja, aqueles que não fazem adequadamente seu trabalho interno, acabam projetando toda sua negatividade sobre seus irmãos, sobre os demais dirigentes, e criando problemas que em verdade não existem. Nosso trabalho é interno, nossa luta e nosso inimigo somos nós mesmos, isto é o único que vale a pena combater ativamente.

A Segunda afirmação é que aqueles que não se unem contra um inimigo comum, tendem a lutar entre si.
Isto são regências, são influências cósmicas que vemos acontecendo com toda a humanidade, a atual humanidade entrou em uma constante guerra, todos os países que não estão em lutas contra outros países, acabaram tendo lutas internas, deposições, não aceitação de novos líderes, rupturas de diferentes segmentos.
Quando uma força externa maior ameaça a esta primeira, ou quando percebe-se isto, então forças contrárias dentro da unidade que é um país por exemplo, tendem a unificar-se para defender-se deste inimigo em comum.

Nesta instituição em questão, ocorre esta falta de percepção por alguns dirigentes do tamanho do problema externo que existe, e até mesmo infiltrando-se dentro desta instituição. Um mal, que nunca foi tão espesso, e ainda assim tão sutil, a ponto de ser confundido com o próprio Gnosticismo.
Já falamos em anteriores diálogos, que existem duas correntes geradas pela Onda Dionisíaca de Aquário, e isto é um mal que a maioria destes diretivos não percebe se acercando e inclusive justificam suas ações dentro destes postulados contrários ao que seja o Movimento Gnóstico, entendendo que seja o mesmo.


O Segundo ponto que tem de ser levado em consideração para esta adequação e solução deste problema que atualmente existe, é que o Brasil, por sua extensão, não tem como ser administrado como se fosse um país vizinho, pois um país inteiro como Uruguai ou Paraguai, é praticamente do tamanho de um único estado do Brasil.
As atuais Academias que foram sabiamente criadas, já tem este propósito de terem presença equivalente a um Monastério, e este monastério, assim como a Direção Nacional tem de tornar-se algo ainda maior do que já fora. Para que haja uma aceitação de um novo diretivo, é necessário assim como há nos países, dar maior autonomia para cada dirigente estadual, elevando-os a um status de Vigário (simbolicamente falando), confiando-lhes poder e autonomia como de um Vigário. Desta maneira o Vigário passa a atuar como hoje é o próprio Conselho Internacional, guiando, orientando, ajudando, mas respeitando a autonomia e agindo apenas quando é algo extremamente necessário e de acordo claro com as orientações superiores.

O Átomo, as moléculas, as células humanas, querem convertessem em Homem, e para que elas possam transformar-se nisto, este homem, deve converter-se em Super-Homem, dando lugar a estas primeiras e subindo em uma escala como ocorre na Grande Obra, pois não ficam espaços vazios.

 


12/03/14