CLXV
Textos sobre Metafísica
Diálogos e Visões

As Crises as quais passamos no caminho, estas feridas mortais no que é referente a dor do sofrimento em relação ao pecado, são em alguns momentos a ferramenta que temos para sair da escuridão que nos encontramos e dar um passo por dentre a névoa mística que conduz à Luz.

Confesso que quando os gnósticos, os esoteristas falam dos Mestres no termo passado, pelo simples fato de não terem veículo físico, ou não terem o mesmo veículo os quais conhecemos, me causa sempre espanto... porque estes seres permanecem sempre conosco, e aqui estão a todo momento que se fazem necessários, ajudando, orientando, guiando, certamente mais presentes ainda do que quando estavam fisicamente conosco.

Entramos a pouco nos processos relativos a Semana Santa, e com o inicio destes processos, certamente muitos acontecimentos importantes.

Estes últimos três dias foram bastante importantes no que diz respeito a acontecimentos internos, e tivemos a chance de dialogar com o Mestre Samael desde o interno, no relativo a alguns defeitos da Gula, já que no momento é um dos dois defeitos os quais elegi para trabalhar.

Dialogando com o Mestre Samael, ele comentava que quem lhe ajudou muito nos trabalhos com a Gula foi sua amada esposa, a Mestra Litelantes, e mostrou-me algumas cenas que não sei dizer se foram de sua última encarnação, mas aonde eram muito pobres e o Mestre se desenvolvia nestes trabalhos sobre elementos da Gula e desenvolvia poderes e virtudes relativos as essências que ele extraia dentre os agregados eliminados.

O Mestre comentou que tinha dificuldade em tomar Leite, dentre outras coisas... e o vi tomando um copo de leite e comendo um pedaço de "ricota" (um tipo de queijo)... ao ingerir os alimentos, o Mestre totalmente integrado, foi capaz de listar todas as substâncias que possuíam aqueles alimentos, não apenas suas moléculas, mas todos seus benefícios ao organismo. Ou seja, ele nas diferentes dimensões podia analisar a substância e a interação destas substâncias passando a fazer parte de seu organismo.
Claro que fiquei espantado e extasiado, logicamente compreendi que quando não temos preconceitos, nem conceitos, não agimos mecanicamente, nossa consciência é capaz de eleger que alimentos temos de consumir, que quantidade, etc...
É lógico que não pude aguardar para depois um teste, tinha de saber se eu era capaz de fazer o mesmo. Recordei de outros dons similares que é normal os iniciados terem.
Busquei nas dimensões internas algum alimento e encontrei um pedaço de Queijo Provolone em uma bela casa... ingeri uma pequena porção do saboroso alimento e pedi a Deus, a meu Ser que me permitisse conhecer os atributos e as dádivas contidos naquele alimento.
Ao fim claro tive de rir, porque é óbvio que não tinha a consciência desperta a tal ponto, mas fiquei contente com os ensinamentos do Mestre e com o experimento.

Isto ocorreu na noite de quinta para sexta.
Outro evento que ocorreu na noite de domingo para segunda, e que me causou bastante assombro, foi o céu e os corpos celestes nos mundos internos.

Estava em um lugar qualquer e saindo voando daquela habitação em direção ao telhado das casas, vi algo incrível, nunca visto e nunca imaginado... o céu estava alaranjado, nele se via quatro planetas um exatamente ao lado do outro, ainda que em diferentes tamanhos, também em um outro tom entre o laranja claro e o vermelho.

Me detive no ar em meio à aquele mistério e me detive observando tal cena até então não presenciada. Logo aqueles planetas tornaram-se dois, e por fim somente uma lua gigante cobria a terra, certamente pelo menos seis vezes maior do que a vemos no físico. Neste momento a lua tornou-se algo entre um branco muito luminoso e um prata claro. O Céu já havia escurecido, e perdido o tom alaranjado.

Minhas conclusões e minhas percepções foram relativas a disputas, rupturas, guerras, e por fim, mecanicidade acentuada.

14/04/14