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CLXV
Textos sobre Metafísica
O Sacerdócio da Medicina

Sacerdócio, esta é uma palavra muito interessante, porque o Sacerdote (o autêntico Sacerdote) é o homem ungido pela Divindade para cumprir uma missão em seu nome. Ou seja, ser sempre um intermediário entre a Humanidade e Deus.
Sabemos que hoje em dia há muitas pessoas que sustentam o "nome" mas não são Sacerdotes, afinal não tem conexão com a Divindade, de nenhuma maneira. Também não são representantes da Divindade, de forma alguma.

A Medicina é um tema delicado, e é delicado porque a atual Medicina é algo terrível, realmente tenebroso em sua quase absoluta totalidade.

Ao longo dos séculos e das humanidades sempre houveram homens e mulheres dedicados sinceramente à preservar a vida, e que tinham da Divindade a benção para serem estes intermediários para prestar um nobre e fiel auxílio as suas dores e suas doenças fossem físicas ou mesmo psicológicas, e demais questões internas.

Mas como já disse, a Medicina é um tema delicado, porque tudo que sabemos sobre Medicina, tudo que vemos ser feito sobre Medicina, não é esta medicina que estamos nos referindo e que é aquela preconizada pela Divindade.


Nós, a atual humanidade certamente tem muitos conceitos bastante invertidos e ignoramos a totalidade da realidade, vivemos uma fantasia, em parte elaborada por pessoas más intencionadas ao longo dos séculos e em parte fundamentada no mal (e fazer o bem passar por mal).
Se questionamos a alguém: "Quem és?", a pessoa responderá que é um corpo, ou dirá o nome de sua personalidade, talvez chegue a afirmar que tem uma Alma, dentre outras coisas.
Bem, o que ocorre é que não somos este Corpo, e na verdade este corpo está para nós como está igualmente para nós uma roupa ou um carro, é apenas uma forma, um veículo que usamos, no entanto dependendo do uso que façamos, pode prejudicar o "utilizador", o proprietário.

Nós todos somos uma Alma, e que sim, temos um Corpo. No entanto a humanidade como um todo, tem esta percepção invertida e vive em função do corpo, pelo corpo, para o corpo.
Toda a maldade humana atualmente existe porque há o egoísmo e boa parte do Egoísmo existe em função do Corpo, se formos observar.
Por exemplo, se alguém tem fome, tem alguma necessidade, algum desejo, ele rouba, ele engana.
Não pensem que falamos apenas do pobre infeliz que vive na rua, que foi parar ali quem sabe por ter feito alguma escolha difícil na vida que deu errado. Mas pensemos em nós mesmos, no nosso trabalho, no nosso dia a dia...
Se nós não somos o corpo, porque priorizaríamos o Corpo acima das virtudes por exemplo, que são um atributo da Alma?

Se temos alimento e o outro não tem, porque priorizaríamos o corpo em vez da Alma, se não somos o corpo?
Claro que precisamos do corpo para a manifestação, para existir, no entanto o que queremos dizer é que há extremos que hoje em dia, mais que nunca, temos nos disposto a realizar pela manutenção do Corpo e que fere diretamente a Alma e mesmo prejudica funções ainda superiores a esta, como a Consciência e o próprio Íntimo.

Isto é algo praticamente infinito, esta maldade que temos que prioriza um prazer sensorial (físico) em vez de enaltecer a Alma, o Espírito.

Mas a Medicina... bem, a Medicina atualmente tem sido a verdadeira Hidra de Lerna das maldades feitas pelo homem, ao homem.
De todos os campos da Ciência, mesmo àquelas mais tenebrosas, poucas tem se equiparado aos danos cometidos ao a Alma e ao Espírito como a Medicina em geral.

As pessoas crêem-se muito civilizadas, acreditam serem seres muito, muito "evoluídos", mas poderíamos achar mais humanidade em um homem das cavernas, ainda com seus modos primitivos, e linguagem limitada, do que em muito das pessoas "modernas" dos tempos atuais e em parte por culpa da atual Medicina.


A Verdade é que muito pouco conhece-se sobre o mundo, afinal aquilo que vemos, aquilo que percebemos com nossos sentidos, é simplesmente a menor parte do Todo. É como uma montanha que se projeta desde um abismo profundo e sem fim no oceano, e somente vemos uma pequena parte que sobressai do nível do mar.
Muito do que fazemos pelo corpo, prejudica a Alma a ponto de mesmo desligar-se de nosso organismo e isto é a morte muito pior do que a morte.

Muitas das medicações sejam psiquiátricas, ou mesmo em geral utilizadas nos hospitais, vem afetar a forma como os Desejos, como a Mente e até mesmo como a própria Alma relaciona-se com o corpo. E se somos uma Alma e esta fica impedida de manifestar-se totalmente, a verdade é que morremos, de uma maneira terrivelmente negativa.
A verdade é que as pessoas não precisam de uma Alma para existir, o organismo físico juntamente com o Astral (desejos) e o Mental (pensamentos), podem manifestarem-se naturalmente sem a presença de uma Alma que ali esteja se manifestando, chamamos isto de quaternários (físico/vital/astral/mental).
Se a Alma não pode manifestar-se, ela "desencarna" e por consequência fica um quaternário, uma casca sem vida que move-se sobre a face do planeta, fala, pensa, sente mas não é um "Ser", no sentido espiritual ali se expressando.
Isto sequer é um Demônio, pois o Demônio, os Demônios, tem uma Alma, uma Alma Negra, uma Alma divorciada do Espírito, mas ainda "são" algo e tem a possibilidade de arrependerem-se e redimirem-se. E não estamos fazendo apologia ao Mal, apenas estamos demonstrando que a Alma é o principio daquilo que somos e sem isto nada somos.
Isto claro não é motivo para desrespeitar a vida, ou subestimar a vida, pois a nível celular, a nível orgânico, mesmo a nível de pensamentos e de sentimentos ali se processa uma vida e claro a vida como um todo temos de respeitar e amar. Até porque poderíamos ter um filho e este nascer um quaternário e isto claro não significa que não mereça toda a atenção e o amor devidos. Em fim, são temas delicados e normalmente não são tocados pois as pessoas polarizam-se negativamente com estas informações (no sentido de depreciar a vida).

Mas o Corpo sendo um Habitáculo da Alma, ele de certa maneira é um veículo para modificações nesta Alma. Tanto que das experiências que temos no físico, isto molda, isto modifica a estrutura da Alma. Tanto que tomamos corpo Físico cada vez que queremos subir ou descer na escala espiritual. Afinal um Alma-Homem que queira tornar-se Anjo, este necessita de um organismo físico para realizar a Obra e por meio disto realizar as devidas cristalizações necessárias.

Assim que aquilo que recai sobre o corpo, recai por comum sobre a Alma.
As drogas (os entorpecentes) que em geral afetam o processo químico do físico (alucinógenos), sabemos abrem as portas internas das dimensões abismais do homem. E muito do que é visto nestes estados de alucinação, na verdade são vivências autênticas nos Abismo da Natureza, algo oposto ao que fazemos ao realizar um trabalho consciente e por meio das energias naturais do homem (A Grande Obra). Neste caso, ao fazer por meio da Revolução da Consciência, deste trabalho por nós mesmos, penetramos nestas regiões superiores da natureza.

Mas o que queremos tocar em si, e fazer esta reflexão com os leitores em geral, são os tantos procedimentos médicos e as tantas medicações hoje usadas, a forma como isto é feito, o contexto geral de todo o sistema Médico.
Os esoteristas, qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento esotérico sabe o peso do Sangue.. o quanto o sangue está ligado a Alma e por consequência ao Espírito. No entanto abundam absurdamente hoje em dia as transfusões de sangue.
Sabemos o quanto o organismo é algo único e especial para nossa parte espiritual, no entanto vemos ocorrerem enxertos de partes de animais (como válvulas cardíacas suínas), dentre outras aberrações não menos preocupantes e prejudiciais a nossa Alma e fração espiritual.

O Sangue gera pactos indissolúveis e a humanidade como um todo já está praticamente fundida em uma só massa por conta deste tipo de infeliz práticas.
Os enxertos (assim como fazemos com as plantas) feitas com humanos, são ainda algo pior que o sangue pois fundem partes de duas Almas criando internamente monstruosidades indescritíveis, cujo resultado é o fracasso do experimento solar, motivo pelo qual existe uma humanidade.

O Autêntico Sacerdócio da Medicina nada tem de ver com esta constante exploração que hoje vemos, aonde a vida das pessoas tornou-se apenas mais uma mercadoria na mão de pessoas gananciosas e mal intencionadas.
Certamente se as pessoas preferissem morrer ao ter de submeterem-se a tantos procedimentos hediondos, se tivessem alguma consciência do tamanho dano que atraem a suas vidas, quem sabe não teríamos mais alguma vez bons homens e mulheres que fizessem da Medicina algo digno e algo verdadeiro, tal qual é o sentido desta nobre e profunda profissão, assim como todas as outras tomadas por procedimentos e pessoas mal intencionadas.

No entanto hoje em dia é impossível isto ocorrer, e sinceramente se as pessoas não aprendem a ver por si mesmas estas realidades internas, se não tornam-se capazes por elas mesmas de comprovar cada uma destas questões e tantas outras que seria impossível listar, não verão o sentido em preservar a Alma em vez de meramente sustentar um Corpo.

Recordem que uma pessoa que perde o Corpo em função da Alma, sempre terá um novo corpo, no entanto aquele que perde a Alma em função do Corpo, cria situações das quais muitas vezes não poderá escapar.
Isto é algo que todas as autenticas religiões se fundamentam e mesmo as pessoas religiosas durante suas dores e angústias acabam se submetendo a terríveis absurdos e contrariedades.
E o problema é que não tem capacidade de penetrar nestas regiões aonde habitam as Almas do Mortos para reconhecer a vida após o trânsito humano, nem sabem como são os distintos processos e as leis que regem a vida e a morte.
Em fim, vivem uma vida vazia, sem nenhum sentido ou propósito, e sofrem amargamente, colhem o fruto daquilo que semearam, ontem e hoje.

05/08/15