CLXV
Textos sobre Metafísica
[CLXV] Mistérios dos Números

Nos números está a origem e a razão de toda esta propagação do que conhecemos como mundo. O Plano material é a solidificação, a materialização de números dívinos. Afinal por detrás da matéria como vemos, há órgãos e este tem seu número, móléculas, átomos, etc...

Metraton quando entregou a humanidade o Livro do Tarot, este sábio tratado de Kabala até hoje tanto estudado e utilizado, realmente retirou um véu que caiam sobre estes mistérios divinos pois nos aproximou mais uma vez de nossas origens mais espirituais.


No estudo dos números encontramos uma das primeiras manifestações do espírito, aonde tal como uma sinfonia perfeita, rege toda a natureza por meio de seus cálculos inefáveis que até no mundo físico podemos estudar e quantificar suas ações tão bem determinadas.


Existem basicamente dez unidades numerais , 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 0

O Zero apesar de ser normalmente associado a "nenhum", na verdade temos de colocá-lo após o nove, pois é o potencializador para as dezenas, centenas, etc. E é dentre a unidade e o nada que surge a multiplicidade. Afinal a pessoa como indivíduo, tem dentro de si centenas, milhares, centenas de milhares de elementos, ainda que seja uma unidade.


O "1" e o "0" são números que representam exatamente aquilo do "Alfa e o Ômega", ou o Primeiro (1) e o Último (0). São números que atribuimos ao Pai ainda que no início da criação dizemos IO (1 e 0) como Pai-Mãe, o Hermafrodita primordial da criação, sendo claro o 0 representando a Mãe.

Mas na criação vale o que já explicamos do um e zero como Alfa e Ômega, o Pai.
Sendo dez números, bem no centro de toda esta criação, encontramos dois números bastante significativos, 5 e 6 ou 56 (5+6 = 11).
"Meu número é 11 como aqueles que me seguem e minha palavra é 56” - Ritual Gnóstico

A Mãe bem sabemos se encontra no meio da criação, pois ela é a filha ainda assim torna-se a mãe de seu criador. Ela é ao mesmo tempo filha e mãe de Deus. A Natureza, o Kundalini, a Mãe Cósmica, encontra-se sempre no meio de todo o criado mas é por meio dela que surgem todas as criações.


Quando no Símbolo CLXV vemos o 8 ao centro do 1 e do 0, representamos exatamente estes OITO números que se encontram entre o 1 e o 0 (2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 = Oito Números) Por isto o 180 na vertical. Claro que esotéricamente simboliza o infinito e toda a criação que se dá entre enste 1 e o 0.


Sobre o Mistério CLXV há muitas coisas interessantes, algumas bastante significativas...

Se tomarmos a palavra CLXV e mesclarmos a isto as cinco vogais fundamentais em sua ordem (IEOUA) teremos. iCeLoXuVa:

O que nos recorda muito: i Celo Xuva (Eu, Céu, Chuva).


05/02/14