CLXV
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Outros informes sobre o Símbolo CLXV

Recentemente tivemos a chance de poder assimilar algumas novas compreensões sobre o Símbolo CLXV e seus significados.

Meditávamos a respeito do símbolo do infinito e o motivo que algumas vezes o representamos vertical e horizontalmente.

Enfim isto é algo que merece um estudo individual e que cada um certamente ao seu tempo entenderá o motivo disto.

Mas muitas vezes ao meditarmos em uma única coisa, vemos estes objetos e símbolos se transformarem em outros, e isto é o motivo pelo qual meditamos em um objeto ou símbolo, para entender o que é, como se manifesta e com o que está relacionado.

Neste caso pudemos ver o santo oito (8) se transformar em uma semente, esta semente não tinha vida, não tinha qualquer manifestação de existência, ali estava encerrada a unidade da planta e a multiplicidade de suas possibilidades, mas ainda assim faltavam elementos que permitissem o seu progresso e sua manifestação, o desenvolvimento destas possibilidades.

Logo vimos a planta se fundir a Terra (0), o Zero Primordial ou a Mãe de todas as coisas.
Ali naquela negra terra a semente encontrou a fertilidade da mãe natureza e pode morrer como semente e nascer como um pequeno broto, no entanto faltava ainda algo, pois dito broto não se desenvolvia, lhe faltava algo que lhe tirasse das Trevas e lhe desse um rumo.

Então vimos o Sol (1), com a aparição deste Cristo que é a vida, em sua potência positiva, então sim vimos a planta tomar seu rumo e se desabrochar para fora da doce terra que lhe deu o primeiro sopro de vida.

Realmente é muito belo poder vivenciar e estar presente a um evento ainda que tão pequeno, de tamanha grandeza.
Realmente podemos aplicar o exemplo desta Semente, a própria emanação do Absoluto Imanifestado, da Criação dos Sistemas, das Galáxias e até do Homem e de toda a vida como conhecemos.

Então a Vida (8) necessitava de duas forças opositoras, dois elementos contrários aonde ela pudesse ser gestada (0 e ser impulsionada (1).

Muitas pessoas buscam por sobre a face da terra, dar um rumo as suas vidas, preenchem seu tempo, seus ouvidos e seus pensamentos com tantas coisas fúteis, pelo simples fato de não encontrarem esta força de tipo Solar que hoje fazem os Deuses este terrível esforço por entregar a Humanidade para que a vivam, a encarnem.

Claro que somente o Fogo (1) e a Terra (0), não são suficientes para a criação e manutenção da vida (8) em seu esplendor máximo, aí percebemos a manifestação do Ar (6) e a Água (9).
O Ar é o princípio da Terra que alimenta o Fogo e a Água é o princípio do Fogo que alimenta a Terra.

A Semente (8) mesmo brotando da Terra (0) e perseguindo o Sol (1), necessita de elementos que a alimentem a submetam a provações e a fortaleçam em seu processo.

O Sentido do Símbolo CLXV, isto é, se representamos na Horizontal ou na Vertical, nos indica como estes elementos estão relacionados. Quando o Fogo e a Terra o Ar e a Água forem um dentro da Planta, só encontraremos o equilíbrio perfeito.

Em uma segunda parte desta meditação sobre a vida e seus mistérios, pudemos perceber que estes pólos positivo e negativo, tem seus símbolos.

Já não tratando de ver uma Planta ou uma Semente, buscamos tratar de identificar a Máxima expressão da Vida em seu sentido mais absoluto e perfeito..
Claro que nos deparamos com o Cristo, nosso redentor bendito, de braços abertos, tal qual foi crucificado, mas em atitude de nos receber.

O Símbolo da Cruz, é certamente a representação do Cristo e este é o Símbolo de sua Paixão e sua entrega total para com o Pai e para com a Humanidade.

Sem dúvida sentimos naqueles momentos o anelo de descender até o caos, e encontrar o complemento do Cristo, o Cristo desdobrado em regiões inferiores... encontrar sua Alma Gêmea depositada na Escuridão da Terra para que pudesse surgir a vida.

Ali naquela região sombria, em meio a escuridão do que nos é incompreendido, encontramos a figura do Bafomento, como representação de Lúcifer.

Sabemos que Lúcifer dentre seus muitos significados, é a Paixão Sexual, por isto dizia-se que ele foi o tentador de Adão e Eva ao provar o Fruto Proibido, porque naquela época as pessoas deram voz ao aspecto negativo da força sexual e acabaram caindo na degeneração.

Logicamente sem a Paixão Sexual, que é algo negativo do ponto de vista Espiritual, não poderíamos nascer fisicamente, igualmente não poderíamos trabalhar com os Mistérios do Grande Arcano que é Sexual.

Então primeiro, assim como aquela semente, necessitamos descender ao Caos, trabalhar na Forja dos Ciclopes, fazer brotar por meio da energia sexual sabiamente dirigida, as virtudes que estão depositadas nas regiões mais podres e infernais que levamos dentro.

Uma vez preparados, surge a Luz que guia nosso caminho, e ela nos mostra o caminho para sairmos da negra terra e seguirmos nesta jornada da Terra ao Céu, da Matéria ao Espírito.

Quando o Fogo de tipo Sexual, ou seja, o Fogo Crístico desdobrado na Matéria, já não é mais necessário, ele se une novamente ao Cristo Bendito, nosso Guia e Salvador, com isto já a Luz e o Fogo são um novamente, isto indica que se é um Arcanjo (falando do equilíbrio dos elementos).

Nisto há muito o que se estudar e se aprofundar, mas não é o que estamos querendo demonstrar.

Então havíamos encontrado o Cristo e seu Símbolo estava nos demonstrando a Cruz, o Cristo Negro, ou a Força desdobrada do Cristo Branco, Lúcifer, nos aparecia na forma enigmática do Bafometo Templário.

Sentimos o ímpeto naqueles instantes de mesclar aquelas duas forças e poder encontrar em realidade o que aquilo tudo significava e o porque disto.

Enquanto subíamos, arrastando conosco aquela figura infernal até as regiões aonde já havia descendido o Cristo, vimos certamente o que jamais poderíamos imaginar.

O Cristo bendito se transformou em sua Cruz, sua bendita Cruz que nos assinalava os Mistérios da Virtude.
O Bafometo se transformara em algo desconhecido, um Símbolo que desconhecia até aquele momento.

Diante da proximidade daquelas duas forças, pudemos ver a operação de fusão destes dois princípios em uma só força, a Cruz do Cristo Branco, se fundia com aquele principio simbólico que representava o Cristo Negro.

A Forma de tal símbolo que representara o Cristo Negro, era um círculo aonde acima estava uma linha vertical e nesta diferente do Cristo, percebíamos uma transversal aonde a ponta esquerda estava abaixo (observando de frente), e a direita acima, então da ponta esquerda subia uma linha vertical para cima, e da direita outra vertical para baixo.

Para nosso assombro e surpresa, encontramos a razão de tudo que já foi dito, resumida neste ensinamento simbólico.

Pudemos rapidamente e sem demora perceber o 0 como o círculo, o 1 como a parte superior ao círculo, já a esquerda pudemos perceber o 6 e a direita o 9. Além disto era perceptível o Santo Oito, ali inserido em tão peculiar figura que havia se formado.

Já havíamos encontrado em separado a relação do Símbolo CLXV com o Cristo (Branco) e igualmente, em separado, a compreensão de sua relação com o Cristo Negro ou Lúcifer. Realmente pudemos ficar surpresos com o resultado desta investigação interna.

 

Há muitas coisas que já pudemos perceber sobre este símbolo, muitos detalhes que ainda não escrevemos e talvez não tenhamos a Missão de escrever, mas há alguns detalhes mais, que nestes momentos, sentimos o anelo de ensinar.

Certa vez, não em uma meditação estática, como dizemos, mas observando a Vida e a Obra, muito reflexivos quanto aos detalhes que já nos passaram e que igualmente surgiram no caminho de muitos irmãos... pudemos nos relembrar aquela região aonde vimos pela primeira vez o Símbolo CLXV.

O Símbolo CLXV, já dissemos é uma chave, a fechadura que abre esta chave, é o Absoluto. Entendam que não estamos dizendo que o Símbolo "ABRA" coisa alguma, e sim que a prática do que ele SIMBOLIZA, sim.

Então na porta do Absoluto, lá no limite mais extremo, encontramos este Símbolo (CLXV - 16890).
Bem, me pus a reflexionar na Vida, na Obra, no que os Mestres nos ensinaram e quem sabe no porque deste Símbolo estar em uma região tão sublime e quase desconhecida e incompreendida.

Um dos motivos, porque sabemos que isto são mistérios e há muitos níveis em que podemos falar de um mesmo Mistério, é que se relaciona com aquele ensinamento de que sabemos que ninguém entra no Absoluto sozinho.

Bem, claro, se entra sozinho no sentido de que o fez por merecer, teve seus méritos, cumpriu com os requisitos.
Mas o que queremos dizer é que ninguém chega a esta região se não há outro acima dele que o leve lá, igualmente não se pode entrar, se não levou ninguém nesta região, neste ponto.

Em resumo, é como termos um Guardião na porta de um Templo, para que o Guardião possa entrar no Templo, se necessita ser coberto, precisa com que outra pessoa assuma seu posto.

É Nisto que consiste isto, não podem haver espaços vazios, então se necessita alguém para preencher esta lacuna.

Por este motivo que existe este sistema de Mestre e Discípulo. O Mestre é este Guardião que leva e prepara alguém para assumir seu posto, a este Mestre, dizemos que é um Mestre de Mestres, porque seu Discípulo neste caso já é um Mestre que está sendo preparado para assumir sua região antes que o primeiro possa ingressar no Absoluto.

Por isto que em certa experiência interna, encontramos uma série de cadeias de símbolos CLXV interligados que cuja a ultima região era o Absoluto.
Isto se explica porque é a natureza esotérica do caminho.

O "1" neste caso é o Mestre e o "0" é seu Discípulo. Este Mestre de que falamos é o Guru, é este Mestre de maior hierarquia que cumpre com a função de nos guiar parte de um caminho.

Para a Humanidade, temos Homens que instruem os povos a respeito dos Mistérios, no entanto temos Instrutores para estes homens que acabam por instruir a Humanidade, mais além vamos ver que existem Mestres que por sua vez vão orientar e guiar estes Instrutores. Assim há uma longa cadeia aonde vamos perceber que são Mistérios e ensinamentos que vem emanados desde o Absoluto, formando uma cadeia que poderia ser representada por pessoas de mãos dadas.
Dizemos pessoas de Mãos Dadas, porque há um que está na Porta do Absoluto, dentro do Absoluto, deixou fora seu discípulo, este terá o seu próprio discípulo, e assim por diante até que se chegue a humanidade.
Claro que isto ocorre piramidalmente, muitos se perdem, muitos rompem este elo e acabam se perdendo neste processo.

As Massas não ingressam ao Absoluto, nem poderiam.
Claro que este Mestre, este Guru, sabemos que nem sempre é alguém que nos ajuda fisicamente, muitas vezes isto ocorre apenas nos mundos internos... na maioria das vezes é assim que ocorre.

Falando de Símbolos, gostaríamos de recordar a Estrela de Davi, ou o Selo de Salomão, são uma derivação originada deste mesmo Símbolo, aonde o Triângulo inferior apontando para cima é o 0 e o Superior apontando para baixo é o 1. Esta direção e a união como Estrela, não é outra coisa senão o 6 e o 9, impulsionando e direcionando esta atração.

Já a Suástica, símbolo tão conhecido da Energia Sexual em Movimento, pode ser muito facilmente identificada e explicada por meio deste Símbolo Numérico.

Da Cruz é simbolizada pelo 8, já que são 4 linhas aonde derivam 4 outras quatro linhas.

A Direção deste segundo nível de linhas que se derivam do duplo madeiro cruzado, é facilmente entendido se do madeiro esquerdo tomamos a direção que o 6 aponta, para cima; do esquerdo tomamos a direção que o 9 nos aponta, para baixo.

Já o madeiro superior nos indica o 1. Sabemos que horizontalmente os números positivos estão a direita, então por aí segue esta linha, se tomarmos o 0 como contra parte da função positiva, teremos o inverso, o negativo; o que nos indica que o segundo nível de linha inferior corre para esquerda, assim encontramos a Suástica tão venerada até hoje nos templos hindus.

Anelamos sinceramente que estas palavras possam inspirar e permitir com que cada Alma se projete cada vez mais em prol da conquista do Ser, e da Luz, nossa luz, que é a única que pode nos guiar neste caminho.

Que Sagrada Loja Branca do Tibet cuja expressão é a Santa Igreja Gnóstica dos Mundos Superiores, ilumine e guie a todos que sinceramente se proponham a trilhar este caminho. Paz Inverencial!

17/08/12

No rito de passagem temos uma frase interessante que diz: "O Menino chamado a Luz vive nove meses sem ela."
Se Aplicarmos o sentido da frase ao Símbolo CLXV, vamos ver que o 0 são as Trevas, é aonde este menino está sendo gestado, o 9 (ou 6) é o caminho, o processo que leva das Trevas a Luz; por fim o 1 é a Luz, o resultado desta jornada.

É muito interessante que o símbolo CLXV seja gerado pelo 9, já que é a força sexual, é o símbolo numérico da Nona Esfera, o Sexo.
9(6) + 9 = 18
9(6) - 9 = 0
Então a partir do NOVE (9), temos todos os componentes do símbolo CLXV 69 e 180 (16890), já que o 6 é exatamente o 9 que vai inverter-se, ao cair.

O número 10 é o número do Pai (Pai-Mãe), exatamente porque o Pai é a força ativa e a Mãe a força passiva, 1 e 0.
"Em vossas mãos vos digo que está o número do nome do Pai." - Ritual Gnóstico

_123456789 (Luz)
+987654321 (Trevas)
= 10

Se somarmos cada número com seu inverso, sua sombra, teremos o 10.

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Um irmão comentava a cerca de suas descobertas ao estudar o Símbolo CLXV.
Ele percebeu que os números do CLXV nos recordavam letras:
1 = I
5 = S
0 = 0

Meditando sobre o Símbolo este irmão percebeu a similaridade entre a Palavra Osíris e o CLXV (15050).

Claro que se tomarmos como centro da palavra o R, já que é a única letra que não se assemelha. teremos lendo da direita para a esquerda (já que está a esquerda, tomamos como negativo). 150 invertido, ou seja 0SI em formato de letras.
Após o R, encontramos o 15, IS.

051R15 = OSIRIS

Este irmão ainda teve a inspiração de associar o R, com o alfabeto Rúnico, tendo então a runa Rita, a que desperta nosso Juizo Interno.

Pois realmente vemos que todos podemos buscar a verdade nos mundos internos. O Símbolo CLXV é exatamente isto, em uma de suas manifestações.

Já falamos deste símbolo como método de julgamento (relacionado a eventos de 2012); quando em sua forma numérica. Aqui outro irmão deu o significado deste mesmo símbolo em seu formato CLXV.

A Própria ISIS, é um duplo 15, se formos seguir esta mesma linha de entendimento. ISIS 1515.

Este mesmo irmão que chegou ao entendimento que aqui relatamos, foi capaz de associar o H SI-12 com a relação do Símbolo. SI = 15 invertido; 12 é a soma de CLXV (1+6+5).

SI-12 é como dizer 51-12.

No Símbolo CLXV completo, vamos ver que a esquerda temos o 5 e a esquerda o 2, tal qual como expressamos no SI-12.

E porque o SI-12 é sexual? Porque é 51-12 (5+1+1+2 = 9). Nove é pois o mistério sexual, a Nona Esfera.

Ou seja, que H é um espelho, SI é 15, 12 é 15.
H SI 12 é um duplo 15 (CL e XV).


15 é a Paixão, 12 é o Sacrifício da Paixão.

04/09/12

Na noite de ontem tivemos o privilégio de poder deter nossa atenção em alguns símbolos deixados pelo V.M. Samael e por fim extrair alguma sabedoria para compartir com os irmãos que nos acompanham nesta jornada. Além disto tivemos a oportunidade de estudar nos mundos internos certo trecho Kabalístico que cita o Mestre, o qual vamos aqui desvelar neste momento.

O V.M. Samael em seu livro A Doutrina Secreta de Anahuac diz o seguinte:
A Humanidade já está completamente madura para o castigo supremo; o fim desta humanidade vergonhosa se aproxima...
A Análise kabalística demonstra que nos números dois (2), cinco (5), zero (0), zero (0) se encerra o segredo da Grande Catástrofe. Quem tenha entendimento que entenda porque aqui há sabedoria.
Desgraçadamente as pessoas jamais sabem penetrar no profundo significado de certas quantidades Kabalísticas; é lamentável que tudo o interpretem literalmente.

Temos que recordar que estas capacidades de interpretação temos em nossa Alma, em nossa consciência. Não poderíamos trilhar a iniciação nem viver o Drama Crístico se não se fazem presentes em nós os Doze Apóstolos. O Apóstolo Lucas em nós é quem nos dá o dom desta interpretação.
Recomendamos de forma sincera que os irmãos leiam o texto chamado Cristo e os Apóstolos, de forma a poder permitir a expressão destes diferentes apóstolos e cultivar suas virtudes dentro de si, para que o Cristo possa viver seu Drama.

Não haveria sentido tentar descrever tudo que vimos desde os mundos internos, já que sem uma interpretação justa da Mente Superior, seriam senão mais enigmas que soluções que entregaríamos para nossos leitores.

O Que vimos logo de início foi que se relacionava ao Símbolo CLXV completo. Justamente falávamos sobre isto da ultima vez que citamos o SI-12.

Mas na meditação comprovamos a eficácia do Símbolo CLXV para análise Kabalística de algo.
Primeiramente vimos que os dois "0" 00, formam um 8.
Já os números: 2+0 = 9; 5+0 = 6.

Entendam isto, na linguagem espiritual, nas antigas linguagens mais próximas a linguagem de ouro, se mesclavam letras em formas de imagens para representar palavras ou sentidos... estudem a escrita RÚNICA para entender mais isto destas mesclas que vimos nesta meditação.

Então o 2 se colocarmos o 0 no encaixe superior, teremos o 9. Já no 5 se colocarmos o círculo no encaixe inferior, teremos o 6.

No Símbolo CLXV completo o 5 representa o Sol e o número 2 representa a Lua. Similar ao que aparece na imagem do Bafometo aonde ele aponta no lugar do 5 a Lua Branca e no lugar do 2 a Lua Negra.

Isto foi apenas a ligação entre o 2, 5, 0, 0 e o Símbolo CLXV.

O Que vimos relacionado a estes números e o "castigo supremo" dito pelo Venerável Mestre Samael, é que o 0 representa as trevas, a escuridão...
Então que o 2 e o 5 representam Astros.. neste caso vimos dois sóis sendo eclipsados pelo 0.
Poderíamos dizer que o 2 e o 0, seriam o Sol e a Lua; Mas quando duas forças de mesma grandeza se encontram, um sempre assume a forma passiva. É Como uma Hierarquia Militar, um sempre tem o mando e o outro obedece.

Neste caso entendemos que é o alinhamento previsto entre o Sol Sírio e o nosso Sol do sistema de Ors (sistema solar que vivemos). Claro que este alinhamento não deixa de ser um eclipse, pois haverá algo se antepondo frente a outro.

Este alinhamento como já dissemos será a entrega das ordens finais, do Sol Sírio, para nosso Sol de Ors e com isto o regresso de alguns Mestres a quem correspondem a "regência" do final da raça.

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Ainda ontem, mais cedo estava analisando alguns símbolos deixados pelo V.M. Samael que nos chamaram atenção.

O Primeiro Símbolo que queremos compartilhar o resultado de nossos estudos é um Selo que Samael passou a imprimir em alguns de seus documentos e cartas.

Neste Selo encontramos a esquerda do triângulo 3 Caracteres e a direita 4 caracteres. Não pudemos em um primeiro momento deixar de recordar que CLXV são 4 letras e 165 (CLXV) são 3 números.

Observamos diversas variações de possibilidades do significado da escrita e observando o Hebraico em seu sentido numérico pudemos chegar a um possível resultado:

Claro que o Mestre Samael não tem neste Símbolo propriamente escrito CLXV e 165, até porque de acordo com a época da escrita, não existia transcrição direta para nossa linguagem como X e V, por exemplo.
Mas entendemos que como são princípios, o Mestre ali plasmou este mesmo "sentido" e significado.

No caso da escrita a esquerda percebemos a similaridade com as letras Hebraicas Aleph, Vau e He que numericamente são 1, 6 e 5 (recordemos que o Hebreu se lê da direita para esquerda, por isto invertemos a imagem).

De qualquer forma se tomarmos a tradução rúnica destes símbolos (que de acordo com a época tem diferentes interpretações), vamos ter as letras C, L e G (ou X já que dependendo do alfabeto não existia tradução para X; posteriormente já encontramos o X com um traço a mais no centro (nas Runas) para o X.

Já os caracteres de quatro dígitos vamos ver que o C Rúnico é como um C, no entanto ali parece mais um C apontando para baixo como um A.
A Runa Laf sabemos que é o L. Vemos ainda a runa NOT que se assemelha incrivelmente com um X e a runa Bar que claro nada tem de ver com o V, mas recordamos que não existia V no alfabeto rúnico.

Claro que se formos nos aprofundar no estudo das runas e dos caracteres hebraicos e aramaicos, quiçás encontremos o mesmo símbolo (a parte de letras e números, CLXV e 165), impresso ali como foi em outra cultura.
(O Mestre fez uso destas runas em específico pois significam Aun Weor, Verbo de Deus)

Eis um exemplo de documento aonde o Mestre faz uso deste Símbolo:

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O Outro Símbolo que estudamos na noite de ontem foi o Selo Patriarcal de Samael.

Este Símbolo encontramos como tendo sido entregue pelo V.M. Samael; inclusive é bastante similar ao utilizado pelas atuais Igrejas Gnósticas. Apesar de não termos encontrado documentos ou textos de confiança a respeito deste Símbolo.

Vamos colocar alguns trechos da explicação fornecida por quem divulga este símbolo; sendo que a explicação dizem ter sido entregue pelo V.M. Samael:

No Triângulo da árvore da Kabala as duas Almas do Íntimo, a humana e a divina, são representadas no símbolo da Igreja Gnóstica pelos dois dragões verdes entrelaçados formando o SANTO OITO traçado horizontalmente com seu corpo, pescoço e cabeça.
Seus dois rabos, dando forma as asas e suas pernas sobre a pedra cúbica amarela, indicam que o Íntimo (Atman), o tigre pousa sobre a mente cristificada "que dá a inteligência iluminada".
Os dois Dragões Verdes integrados mudam sua forma para um só Dragão Superior, formam ao Atman, O PURSHA ou JIVATMAN, e sobre o Íntimo, o gorro ou a Tríplice Coroa, a Tríada Divina, como observamos neste emblema esotérico da Igreja Gnóstica.
O Sol e a Lua a direita e a esquerda flutuando a altura das asas nos indicam ao Gabriel e Michael interno como se especifica na Pistis Sophia.

De um texto do Mestre Samael falando do Símbolo da Igreja, encontramos a explicação da Estrela de sete pontas:
A Estrela de Sete pontas significa a perfeição da Maestria, os sete Chakras despertos, os sete corpos solares cristificados, é a Estrela dos Mestres.


Então vemos que no Símbolo CLXV temos exatamente isto.
o 6 e o 9 como as Duas Almas, tanto que o 6 já fica mais acima que o 9 para representar a Alma Divina. o 8 como a união destas Almas cuja expressão é o Pai, o 1 primordial (ainda que seja 3 é 1 porque é indivisível a trindade).

Temos o 5 e o 2 representando exatamente a Lua e o Sol, ou Michael e Gabriel.

O Zero (0) é a Pedra Cúbica cuja função é a expressão do Íntimo nas regiões inferiores.

Abaixo temos o 3 e o 4 que formam o 7, assim como o 2 e o 5 que igualmente formam o 7 e por fim o próprio 7 que está acima.

Que é a Estrela da Maestria nas Três emanações do Absoluto.

05/09/12

Há algumas noites atrás conseguimos fazer algo que ensaiávamos fazer a bastante tempo, questionar objetivamente um Mestre da Loja Branca a respeito do Símbolo CLXV.
Por duas vezes nesta noite em questão conseguimos estar em plena recordação de si nos mundos internos e por tal motivo nos dirigimos a Santa Igreja Gnóstica dos Mundos Superiores para receber as devidas instruções como de costume.

No decorrer dos ensinamentos que o Mestre Samael entregava, os irmãos iam se retirando conforme voltavam a sonhar, em certo momento aonde já não havia muitas pessoas tive a recordação e o ímpeto de questionar o Mestre a respeito do Símbolo CLXV.

Anteriormente em uma destas instruções aonde o V.M. Lakhsmi estava a frente, tivemos esta mesma recordação de fazer o questionamento, mas pelo tema e pela quantidade de irmãos presentes, entendemos naquele evento que não seria o melhor momento; ademais é difícil ter estas recordações (de perguntar algo específico e alheio ao que está sendo ensinado) nos mundos internos.

Tomei o Anel que fica em minha destra e me dirigi ao Mestre questionando a respeito de tal símbolo que obtivera durante aquele processo profundo de meditação, já há mais de dez anos.

Este Anel tem algumas propriedades interessantes nos mundos internos, algumas vezes sei que estou no Astral pelo simples fato de olhar para ele, algumas vezes o símbolo se transforma em palavras do latim, dentre outros símbolos.

Desta vez o Anel estava incólume, mantendo seu formato original.

Naquele momento que o Mestre viu o anel, se mostrou espantado e me questionou se aquele era meu primeiro anel.

Respondi que sim, que era meu primeiro anel. Ele ficou com receio em tocar e apesar de sua hesitação em tocar o objeto, o tomou na mão e passando a outra mão por sobre ele, o transformou em outro símbolo.

O Que vi no Anel passou a ser um Círculo grande de onde saiam duas hastes como duas antenas ou duas garras, como um Escaravelho.
Na verdade foi o que pude perceber que significava, um Escaravelho.

Então entendi naqueles momentos o motivo que o Mestre havia me perguntado se era meu primeiro anel. Em certa experiência lá no começo de minha provação iniciática, recebi a orientação do Mestre Samael (nos mundos internos) a respeito de um Anel que servia para controlar o Fogo (assim foi dito em sua instrução). Era um símbolo como o do signo de Touro.
Por similaridade na época imaginei que fosse o símbolo de Touro, mas com esta experiência ficou claro de que era um Escaravelho, tal símbolo.

O Que o Mestre fez com o Anel foi algum procedimento mágico, aonde ao girar sua parte superior 90º no sentido horário ele se tornava o dito escaravelho e ao fazer o inverso ele retomava o simbolismo original (Símbolo CLXV [16890]).

O Mestre não falou nada sobre o símbolo, não afirmou nada; mas disse muito mais do que eu poderia esperar com esta simples ação. Com este simples ato a consciência foi capaz de perceber uma série de acontecimentos e de simbolismos.

Um dos Mistérios do Símbolo CLXV é que é um Mistério de transição; porque é a força que permite com que um elemento se transforme em outro, é o Mistério da absolvição dos pecados, porque é o mistério da primeira criação e por consequência da redenção, já que é o ultimo.

Há muitas coisas que poderíamos dizer mas não faria sentido ao tentar explicar, já que só podemos compreender na prática da vivência nos mundos internos, já que todo elemento físico tem seu correspondente nas regiões superiores e nem sempre conseguimos trazer explicações intelectuais disto, já que transcende as funções do intelecto humano de tradução.

Mas como já dissemos em outro texto, o Símbolo CLXV serve igualmente de medida e ligação entre uma raça e outra, já que simboliza o Julgamento Final.


Certa época fizemos um espelhamento do Símbolo CLXV, e isto nos veio a memória durante uma prática de meditação posteriormente ao ensinamento do Mestre Samael a respeito do Símbolo CLXV e o Escaravelho.

O Escaravelho Sagrado foi muito cultuado no Egito, principalmente por se relacionar com o simbolismo de ser "Aquele que move o Sol"; porque ele costuma carregar uma bola com fezes e isto era assemelhado a força que movia o Sol ao redor da terra (visto do ponto de vista terrestre).
Além do mais, um ovo era posto em meio a estas bola de fezes, para que dali nascesse e se alimentasse daquilo.

O Escaravelho foi muito usado durante rituais funerais, por vezes substituia-se o coração do defunto por uma pedra em forma de escaravelho.
Recordemos que durante o Julgamento, simbolicamente se pesava o coração do defunto e uma pena, para determinar sua inocência ou culpa frente as Hierarquias Divinas.

Algo que pudemos ver nesta meditação a respeito do escaravelho e do símbolo CLXV, é que os números 0, 6, 1 e 9, na verdade são um só elemento em movimento, o próprio 8.

É Similar ao movimento terrestre ao redor do Sol, na verdade se apresenta da mesma forma este processo.
Temos 4 estações: Primavera, Verão, Outono e Inverno;
Verão (1 - proximidade máxima do Sol), Inverno (0 - Distância máxima do Sol);
Primavera (6 - Movimento do 0 em direção ao 1 [0>1 = 6, Transição entre Inverno e Verão]);
Outono (9 - Movimento do 1 em direção ao 0 [1>0 = 9, Transição entre Verão e Inverno]);

Por isto se diz que o Símbolo do Santo Oito está no centro de qualquer planeta, porque é ele como principio que rege o ciclo da vida, como é expresso no Signo CLXV.

O Próprio nascimento, crescimento auge, decomposição e morte de uma Raça ou Planeta fica compreensível por meio deste símbolo.
A Simples evolução elemental (6) até o reino humano (1) e posteriormente o ingresso nos reinos submergidos da natureza (9) até a segunda Morte (0), fica compreensível com este mesmo simbolismo.

No caso do escaravelho, o "8" simboliza o próprio Animal, o "6" e o "9" suas patas, pois o "9" nada mais é que um "6", então podemos representar desta forma neste caso (por isto o sentido de movimentar o anel 90º, se invertia o "9" ficando as duas patas de escaravelho).
O "1" é o Sol, o resultado de seu trabalho. O "0" é a Terra ou a Matéria fecal (morta e em decomposição) que ele usa em seu trabalho de produzir Vida.

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Durante um destes dias, observávamos uma imagem que tal qual o Escaravelho, é dotada de imenso Poder e Sabedoria. Uma pequena pedra aonde estavam encravados Mistérios de Abraxas.

O Que mais nos chamou atenção neste símbolo é no da esquerda a posição da mão direita apontando para cima, tal qual o 6, levando um látego (1), e na esquerda carregando um escudo (0), tal qual um "9" tomando por observação a parte superior.

Decompondo mais uma vez o 6, teremos 1 a parte superior e 0 a inferior. No 9 o 0 está em cima e o 1 em baixo. Tal qual como representamos a Abraxas.

Em seu verso encontramos algo que colabora a relação do Símbolo CLXV como Insígnia de Abraxas, pois vemos séries de 3 animais, estando 6 do lado esquerdo e 6 a direita.
Com a cauda a criatura Cabeça de Leão e corpo de serpente forma um 8.

O Leão é positivo (1), a Serpente é negativa 0.

Os 3 Objetos na parte superior (3 Corações) indicam que é por direito Habitante do Absoluto e seus 13 raios ao redor da cabeça de Leão nos indicam ao 13 Aeon.

1 e 0 são Alfa e Omega, a Divindade por completo. Algumas vezes se apresenta Abraxas com o Látego e forma perfeitamente a letra A, se referindo ao Alfa (1) e claro o Escudo sendo Omega (0).

Em outras palavras o Criador e o Destruidor sob uma única forma.
Em 1916 Jung escreveu um livro intitulado Sete Sermões aos Mortos e ali escreveu a seguinte sentença: "Abraxas é um deus acima do Deus Cristão e o Diabo, que combina todos os opostos num único Ser."

A Palavra Abraxas foi escrita em código. São sete letras, para representar os Sete Logos (3 + 4, 165+CLXV).
A Soma destas letras em sua forma original Grega, temos o número 365, os quais são atribuídos aos dias contidos em um ano e o número de regiões ou céus.
365 = CCCLXV.
Recordemos que existem Dois Cristos.

"Eu creio no Mistério de Bafometo e de Abraxas"

10/09/12

Estes dias nos deparamos com aquela Obra Gnóstica Teatral deixada pelo Mestre Samael, realmente vemos que a forma como o Mestre pode perceber tal peça é muito similar a algumas observações que vimos desde os mundos internos. Porque sabemos que não chegamos a estas conclusões por nosso próprio esforço (da consciência), senão que o próprio Ser entrega alguns detalhes que não somos capazes de chegar por nós mesmos.

Na noite passada estávamos a meditar e nos veio o ímpeto de mais uma vez aprender algo mais sobre o Símbolo CLXV; Na verdade vimos que foi algo guiado pelo Ser, como já aconteceu outras vezes.
Então meditávamos e logo interrompíamos a meditação para poder trazer anotações de tudo aquilo que nos era transmitido, pois com muita facilidade poderíamos perder tais entendimentos se demorássemos demais a rascunhar tais Mistérios.

Bem, sem mais introduções vamos aos fatos do que pode ser assimilado e interpretado por nosso intelecto, já que é a forma que temos de trazer tais mistérios a uma linguagem humana.

8 é o Centro, não se soma.
1+6+9+0 = 16 (1+6 = 7) = Soma dos números principais do símbolo inicial, 7 (Menor que 10 porque é o número do Pai então se soma cada termo do 16, por isto 7).
5 + 2 = 7 = Soma dos números laterais, 7;
3 + 4 = 7 = Soma dos números inferiores, 7;
o 7 acima do símbolo = 7.

Os 4 setes se sintetizam em um mesmo 7, somado ao seu principio 8 temos o 15. Recordemos que existem 78 arcanos do Tarot, etc...

Posteriormente vimos o seguinte:
6+9 = 15 (15, dois dígitos = XV);
8+5+2 = 15 (150, três dígitos = CL);
1+7+3+4 = 15 (1500, quatro dígitos = MD);

MDCLXV (Tradução romana do símbolo completo).
151515
15+160+1500 = 1665

MD formaram a imagem de um Escaravelho, D deitado e o M Invertido saindo formando as patas.

14/09/12

Na noite de ontem tivemos a chance de fazer uma prática de meditação com outras duas pessoas. Tal meditação consistiu em ir, e levar estes irmãos, até as regiões do Ser e trazer sua presença até a expressão física, fazendo o mesmo com cada corpo, em cada região.
Assim alinhamos nossa presença em todas as regiões, desde o Ser, a Consciência, a Vontade, os pensamentos, as emoções, as energias, até preencher o corpo físico com todas as bênçãos e a sabedoria, gerada pelo alinhamento de todas estas forças.

A Meditação consistiu nisto, integrar totalmente todos os veículos internos, permitindo com que nossas ações físicas, após a meditação, fossem um reflexo direto da expressão do Ser.

Finda a meditação, vieram as bênçãos relacionadas ao estado gerado pela prática, e pela presença d'Ele.

Pedimos algo grande, algo que servisse ao nosso trabalho e que ao mesmo tempo fosse algo que pudéssemos entregar a nossos irmãos (que não fossem segredos ou algo para o trabalho individual).

O Que pudemos perceber foi o Triângulo Mágico de Abraxas.

Em síntese funciona da mesma forma que os quadrados mágicos, mas é uma forma triangular aonde a constante é 15, assim como o quadrado mágico de Saturno.

Este símbolo é pois a ligação direta com a primeira emanação de Deus, quando fora do Absoluto, o Abraxas.

O Triângulo Mágico de Abraxas:


Desdobramentos (Absoluto, Tríade, Quaternário):


Assinatura Astral de Abraxas:

Algumas constatações numéricas a respeito do Símbolo:


Tal triângulo numérico é bastante interessante, visto que nunca foi entregue algo do gênero.
A Soma das linhas externas é sempre 15, se somarmos as linhas horizontais continua o 15. Se somarmos o triângulo superior (0, 6 e 9) teremos 15, se somarmos o triângulo inferior (8+3+4) se repete o 15.

Vejamos o que diz a respeito disto, a Pistis Sophia:
A total expansão de todas as regiões do Grande Invisível, na Aurora de qualquer Criação Cósmica, resulta extraordinária.
O Adepto deve conhecer todas as regiões Suprasensíveis da Natureza e do Cosmos e o modo como estas se expandem na Aurora da Criação.
Nestas regiões moram os Aeons e as suas Ordens Sagradas, as quais são as emanações da Divindade Incognoscível e Imanifestada.
Os Trinta Aeons Pleromáticos surgindo do Pró-Pai por emanações sucessivas e ordenadas aos pares, resplandecem.
Os Trinta Aeons surgem na Aurora da Criação.

 

Assinatura astral dupla (espelhamento do triângulo original):


16/09/12

Durante alguns dias busquei mais informações sobre tal triângulo mágico, até porque tinha este sentir de que era algo tridimensional (que seria melhor representado tridimensionalmente).
Há muitas coisas que representamos de forma plana, até por nossa falta de capacidade artística em descrever em realidade como são.
Os Sephirotes são um exemplo desta limitação que temos em descrever o indescritível. Até porque são forças que precisaríamos pelo menos três dimensões para representar adequadamente.

O Próprio Símbolo CLXV quando o perseguimos naquelas regiões inefáveis, não são sequer números, dizemos números porque são o mais próximo que temos daquilo.. daqueles princípios, para os descrever de forma interpretável e acessível.

Como já foi exposto, poderíamos representar o Símbolo CLXV, este Triângulo Mágico de Abraxas, e o quadrado mágico de Saturno, desdobramentos de um mesmo princípio, ainda que todo o demais provenha do mesmo.

Se estudarmos os desdobramentos do Absoluto, vamos ver que após a nota DÓ, teremos a nota RÉ, que é o Tritocosmos e as infradimensões, e em meio a nota DO e RÉ, surge todas as demais notas da criação.
Por isto que o primeiro que vemos é Saturno, porque ele é o ultimo, assim como a representação que damos ao Tritocosmos. Não poderia surgir a vida, se primeiro não houvesse a morte.

Então o Círculo, o Triângulo e o Quadrado em questão, juntamos e unimos em uma forma piramidal aonde no topo temos o símbolo CLXV, abaixo disto quatro triângulos e na parte inferior o quadrado.

Assim representando quatro tríades até chegar ao quaternário inferior. Sendo que duas tríades são invertidas.

Da mesma forma formamos duas pirâmides, uma branca e outra negra, representando a luta constante da Luz e das Trevas, do Dia e da Noite, do Nascimento e da Morte, do Calor e do Frio, dentre tantas e tantas lutas infinitas que se combatem por um bem maior.

Estas duas pirâmides nos recordam ao Arcano 18.
E se somarmos os números que se encontram em oposição entre as duas pirâmides, teremos:
1+7 = 8;
3+4 = 7;
4+3 = 7;
1+7 = 8;
2+5 = 7;
8+8 = 16 (1+6 = 7, ou se preferir 8+8 por ser idêntico = 8);
5+2 = 7;
6+9 = 15;
9+6 = 15;
0 + 0 = 0 (ou como podemos ver, o próprio 8).

Do Arcano 18, tiramos dois ensinamentos que gostaria de aqui expor:
Hora de Apolônio: 9ª - Aqui nada terminou ainda. O Iniciado aumenta sua percepção até ultrapassar os limites do Sistema Solar, mais além do Zodíaco. Chega ao Umbral do Infinito. Alcança os limites do mundo inteligível. Revela-se a Luz Divina e com isto aparecem novos temores e perigos.
Plano Físico: Manifestação de poderes ocultos.

21/09/12

Assim como existem Sete Aun Weores, existem Três Daimons...


Os Daimons são cosmocratores, assim como os Aun Weores, no entanto em vez de atuar paralelamente, horizontalmente (em um sistema), eles atuam verticalmente havendo um Daimon em um planeta do sistema solar, um daimon responsável pelo próprio sistema solar e outro ainda mais além disto; dizemos assim porque ele baixa, então estamos falando de aonde ele trabalha e não apenas ao que lhe corresponde.

Por isto que ao Símbolo CLXV, denominamos desta forma, porque o MDCLXV incluiria o terceiro Daimon e isto está além do que é para este momento, apesar de no próprio símbolo ele estar presente (ainda que ao símbolo completo se denomine MDCLXV).

As notas Si, Do e Sol correspondem a estes três Daimons e suas regiões.
DO, sabemos na corrente do som representa os Sóis Espirituais;
SI, corresponde a todas as Galáxias;
SOL, corresponde ao Sistema Solar, no nosso caso ao de ORS;

Ver "O Bafometo e as Notas Musicais (Si, Sol e Dó)" para referência.

Então que o Daimon é aquele que pode baixar e buscar em regiões inferiores aqueles dispostos a cruzar aquele limiar que os corresponde, eles fazem este elo porque são a força impulsora entre uma região e outra.

Já os Weores fazem o trâmite dentro destas regiões, tanto que Gabriel representa a Vida, Orifiel a Morte, os Daimons estão além disto, porque são ambos e ao mesmo tempo nenhum.

O Sacrifício dos Daimons é não cruzar certas barreiras, assim fazendo o elo e retornando a região inferior que lhe corresponde para enquanto haja alguém disposto a fazer esta travessia, ele possa cumprir com isto.

É Seu sacrifício: "Verás a terra prometida mas não entrarás nela".
Este é o preço do serviço de Moisés (Daimon).
O Primeiro Daimon cumpre com isto por sete rondas e por sete raças em cada uma delas, assim toma o posto do próximo Daimon.
Porque nada está estagnado no universo e o Sacrifício cada vez se torna mais longo e mais penoso, amplo, porque como já dissemos, Sacrifício é Consciência.

O Símbolo CLXV representa o caminho iniciático. Vejamos o que diz o V.M. Samael em seu livro Mistérios Maiores: "Uma pessoa, só se dá conta de que mora no abismo, quando está para sair dele. Do abismo só podemos sair por meio da Iniciação. Existem 18 Iniciações. 18 nascimentos cósmicos. Existem 9 iniciações de mistérios menores e 9 iniciações de mistérios maiores."

Há muita coisa no Símbolo CLXV que podemos associar a estes processos. As Iniciações Menores tomamos como o 6, o 9 invertido, porque o Ser luta por nos conquistar. As Iniciações Maiores representamos como o 9, já a direita, porque é esta luta do Ser, por meio desta pessoa humana para seguir em frente, em seu próprio caminho.
O "0" ali aparece como este abismo que necessitamos sair, e o 18 como resultado destes 18 nascimentos, ou da luta como perfecção da Maestria, e da liberação nos 9 (1+8) infernos de nosso sistema solar.
Claro, claro, não poderiamos deixar de recordar que este "0", não é outra coisa senão a própria recordação do Absoluto, e todo aquele que suba aquelas Três Montanhas, tem o direito de ingressar nele.
Por isto igualmente podemos afirmar que as Três montanhas não são outra coisa senão o 6 (Primeira Montanha), o 9 (Segunda Montanha), e o 18 (Terceira Montanha), para que possamos ingressar ao 0 (Absoluto).
Nisto há muito mais, 6 como Iniciações de Fogo, 9 como Iniciações de Luz, etc... enfim, podemos atribuir e compreender infinitamente o caminho por meio do Símbolo.


O Resultado disto é dito anel, representado pelo 0, como um portal ou como um novo nascimento para regiões, funções, capacidades e perigos, até então desconhecidos.

Aproveitando que estamos citando estes Mistérios; gostaríamos de relembrar que o Papiro de Ani (Livro Egípcio dos Mortos), contem 165 (CLXV) fórmulas, ou capítulos como denominam na atualidade.

Claro que há outras versões aonde a tradução deste papiro se colocou outras coisas (outros papiros como adição), mas o Papiro Original e suas primeiras traduções continham apenas as ditas 165 fórmulas.

E Por decisão do destino e de sua natureza sua primeira tradução nos tempos atuais foi publicada no ano de 1842 (1+8+4+2 = 15).

22/09/12

Ontem meditávamos no sentido das Três Montanhas, tanto que reescrevemos esta parte da explicação do Símbolo em relação a Iniciação (no texto anterior a este que escrevemos agora), pois como escrevemos primeiramente estava de difícil assimilação por parte do leitor.

Ontem pudemos ampliar bastante nosso entendimento em relação aos Cosmocratores, claro que nosso Ser desta vez fez uso deste mesmo símbolo para dar tal explicação, já que é algo que esta sendo usado para isto, para o Despertar da Consciência.

O que vimos foi o SOL, e aqueles Seis principais planetas rotacionando ao redor dele (Sendo claro o Sétimo o próprio Sol)..
Claro que sempre nos surpreendemos ao observar as transformações que surgem no decorrer da investigação.
Vimos o SOL e ao centro dele, em seu interior, o Santo Oito... claro isto sabemos é o signo impresso dentro de cada Sol, cada planeta, etc...

Mas o que logo ocorreu é que cada planeta girando ao redor daquele titã de luz e de fogo, passou a transformar-se em um número.
Vimos um a um assumirem números... 1, 5, 6, 9, 2 e 0.

Ou seja, em certo momento eles formaram 1568920, porque o sol estava ao centro e três para cada lado em sua rotação.

Então, Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Júpter e Saturno estavam ali representados por aqueles números.

Quando demos um passo atrás, internamente falando, tentando observar acima daquela criação, vimos ao Pai como o 7, e seus dois filhos (no caso o Filho e o Espírito Santo), como 3 e 4... e isto claro não nos foi surpresa, já que restavam Três.

De imediato recordamos que o Íntimo em nós, é a integração das duas Almas, a Alma Humana (Vontade) e da Alma Divina (Consciência) o que claro é representado por este mesmo 3+4 = 7.

Coisa claro que víamos nitidamente expresso no Símbolo CLXV, a Trindade criadora e os 7 organizadores daquela criação.

Claro que neste caso se faziam presentes todos os números, o símbolo completo, como já apresentamos tantas vezes.

Vemos que Gabriel representa o 1, Michael o 8, Orifiel o 0.
Então que ali estavam expressos a Vida e a morte como 1 e 0.

Mas de imediato vimos aquele evento aonde Miguel e Gabriel lutam por Pistis Sophia, aí já havia apenas o Símbolo CLXV (16890).
Vejam o trecho que fala disto Pistis Sophia:
"E chamei Gabriel e Miguel para que saíssem dos Aeons por mandato de Meu Pai, o Primeiro Mistério, que olhou o interior e dei-lhes o Raio de Luz e deixei-os descer ao Caos para ajudar Pistis Sophia e tomar os Poderes-Luz que as emanações do Obstinado lhe tinham arrebatado, para entregá-las a Pistis Sophia."

E é EXATAMENTE isto que se forma no Símbolo CLXV (em sua parte vertical), o 1 (Gabriel-Lua), o 8 (Miguel ou Michael-Sol), descendem ao 0 (Caos) para ajudar Pistis Sophia.

Em outro trecho encontramos uma referência Similar: "Miguel e Gabriel, quer dizer, o Sol e a Lua, o Enxofre e o Mercúrio, servem para que o Alquimista realize a Grande Obra."

Certamente sem o 6 e o 9 (6+9 = 15), da Paixão seria impossível a mescla do Enxofre e do Mercúrio, nem o trabalho no Caos.
O 6 nos assinala a necessidade, o 9 o caminho. Claro que o 6 igualmente representa o Amor, e o 9 o próprio Sexo.

Por isto afirmamos que sem dúvida, é o símbolo do trabalho e do resultado deste trabalho, a Pedra Filosofal.

"Miguel e Gabriel, o Enxofre e o Mercúrio cruzam-se incessantemente entre si para dar origem à Pedra Filosofal." - Pistis Sophia

"Retirei o poder de todas as emanações do Obstinado e estas caíram impotentes no Caos. E guiei Pistis Sophia para diante, indo ela à direita de Gabriel e de Miguel. " - Pistis Sophia

A Direita de Gabriel (1) e Miguel (8) , acima do Caos (0), aparece o 9 (observando de frente, como vendo isto ocorrer como em terceira pessoa), o número da Maestria, como diz o V.M. Samael.

Em outro momento do mesmo processo que passamos ontem, pudemos observar a questão dos Daimons e perceber que isto das Notas e do Símbolo em relação a tudo isto.

XV, corresponde ao Primeiro Daimon (8);
CLXV, ao Segundo Daimon (16890);
MDCLXV, ao Terceiro Daimon (7516890234).

Porque são limites que se ultrapassam, é como o Simbolismo interno da Iniciação.
Um Iniciado de Oitava Iniciação de Mistérios Menores denominamos que tem 80 anos (2 Dígitos), a um Iniciado de Oitava de Maiores 800 Anos (3 Dígitos).

O Mesmo ocorre nisto dos Daimons, se usa a base 15, porque o 15 (este 15 de que estamos falando do MDCLXV (1500+150+15) surge do (7+8+0+0) que é o Adepto já auto-realizado.

Na Pistis Sophia vamos encontrar o seguinte quanto a isto:
"No Adepto totalmente Cristificado, essa Luz é de 8700 miríadas, tu o sabes. Somente Aqueles que trabalharam com Lúcifer nos Infernos podem chegar a possuir tal Luz. Ali está o Mistério do Baphometo e de Abraxas. A Luz nasce das Trevas e o Cosmos brota do Caos."

Esperamos que os irmãos possam meditar e levar isto aos seus íntimos, porque são escolhas, são caminhos que se abrem em certo momento para estas Mônadas, então que o que estamos aqui dando, são entendimentos para que um não se deixe aprisionar por algum paraíso tentador no meio desta jornada infinita.

Porque alguns dirão que isto é além da auto-realização, que não é para agora. Mas quantas Mônadas hoje já se auto-realizaram (em outras épocas e hoje repetem o trabalho) e tem seus Bodhisatwas com corpos físicos, é para estes que isto entregamos.. para que estejam entendidos em certo momento de seu caminho.

Até porque para que cada Daimon (assim como qualquer outra Divindade) possa seguir adiante (XV > CLXV > MDCLXV), ele tem que deixar outro em seu lugar, nunca ficam espaços vazios na criação.

Paz Inverencial!

23/09/12

Sabem irmãos, este que escreve teve que fazer grandes sacrifícios do ponto de vista humano, abrir mão de muitas coisas para poder ter o que temos hoje espiritualmente. Uma coisa que poucas vezes falamos é que na altura da Terceira de Menores, fizemos um Pacto com o Ser, este comum acordo consistia de que como pessoa não buscaria mais pelo conhecimento humano e em troca o Ser verteria sua Consciência Divina, Guiatura e Sabedoria sobre esta pessoa.

Cumprimos nossa parte e ele cumpriu a dele. Nesta época nossa consciência passou a atuar de forma expressiva, e claro causando catástrofes a nível de vida cotidiana, para que se adequasse as exigências do Ser.

Sentimos o anelo daquela consciência de realizar um curso que havia a nível nacional de formação de Instrutores Gnósticos aonde se exigia três meses de retiro dos afazeres cotidianos.
Para nós este processo foi um marco, algo realmente muito importante, porque tivemos ao mesmo tempo a quarta e a quinta de menores acontecendo, porque nos caiu toda uma responsabilidade e decisões ao mesmo tempo. Como diz o Mestre, lutas de coração contra coração.

A Faculdade que concluímos o 5 de 7 semestres iria passar para a noite, o que nos impediria de freqüentar as atividades Litúrgicas Gnósticas, tal curso gnóstico nos atrasaria pelo menos um semestre... enfim, entendemos o sinal da consciência e optamos por seu caminho.

Como se não fosse suficiente, nessa época nossa noiva nos disse aquelas palavras fatais: "Ou eu ou a Gnosis", minha mãe humana fraturou a coluna naqueles últimos dias antes de minha viagem...

Enfim se moveram muitas peças com o objetivo de que a Consciência e o Ser não pudessem levar esta pessoa humana pelo caminho que ELE havia traçado.. mas o fizemos, com muito custo, mas fizemos e continuamos fazendo até hoje.

E Fizemos sem nenhum apoio humano, porque nem as pessoas profanas nem os gnósticos entendiam ou apoiavam. Inclusive diretivos nos orientavam e aconselhavam para terminar os estudos, coisa que sabíamos que por nosso acordo não seria possível, mas entendiam como um fanatismo e uma ignorância de alguém que a recém iniciava-se no caminho.
Demos tudo, para ganhar tudo, isto tem sido uma regra que nos perseguiu nesta existência. Nosso Ser nos levou da Primeira de Menores até os processos de Quinta de Menores em pouco mais de um ano e meio de consagrados ao caminho, e o mais importante, conscientes de aonde estávamos pisando.

Então que o que fazemos, todos podem fazer, porque não é questão de tempo, é uma questão de determinação por seguir esta guiatura que temos de nosso Ser e de nossa Consciência. Saber identificar e seguir isto, até o fim, até a morte e mais além, até aonde for preciso.

Certa vez, já muito tempo depois quando nos propomos fazer um Jejum de Nove dias, em um Templo de Mistérios Maiores, o objetivo foi poder nos encontrar-nos com o Daimon interno, deste que vos escreve. Interessante que foi nesta época, que nos encontramos com dito Símbolo (CLXV).

Mas a relação disto tudo, com o Símbolo CLXV, que é o que corresponde escrever neste tópico, é que estes dias fazíamos estas análises destes momentos, destes eventos desta existência e até de seus correspondentes de outras épocas, e o que percebemos é exatamente o que nos assinala o Símbolo.
Vemos o 180 na vertical, nos recordando e nos informando o "tempo" que há para se ingressar no caminho, 108 existências; é o que nos é destinado para que possamos nos dar a tarefa de trilhar o caminho.
Na Horizontal vemos o 69, que é o Drama que precisamos viver, nestas existências, para que possamos realmente ascender até nosso Pai.

O 15, para os gnósticos é o mistério maior (Inclusive é o que marca nossa Obra Completa em miríadas 7800 ~ 15), porque representa toda a Via-Crúcis em suas 15 Estações ou momentos. Isto o iniciado que vive este processo certamente encontrará mostras em sua própria vida destes processos; claro que na escala que lhe correspondeu viver.

1º - O Cristo é Condenado a Morte;
2º - O Cristo carrega sua Cruz;
3º - O Cristo cai pela primeira vez;
4º - O Cristo encontra-se com sua Mãe;
5º - Simão ajuda o Cristo a carregar sua Cruz;
6º - Verônica enxuga o rosto do Cristo;
7º - O Cristo cai pela segunda vez;
8º - O Cristo consola as mulheres de Jerusalém;
9º - O Cristo cai pela terceira vez;
10º - O Cristo é despojado de suas vestes;
11º - O Cristo é pregado na Cruz;
12º - O Cristo morre na Cruz;
13º - O Cristo é descido da Cruz;
14º - O Cristo é sepultado;
15º - O Cristo ressuscita dentre os mortos;

Não expomos este símbolo como uma bandeira, ou como um estandarte, senão como uma constante recordação e relembrança por parte da consciência do que nos cabe, do que nos é assinalado por nosso Ser; do que se espera de todos nós, por parte de nossa Consciência.

 

28/09/12

Ontem fazíamos uma vocalização relacionada as variações IN, EN, ON, UN e AN. Fizemos por um longo período tal vocalização em forma de transmutação, sempre levando por meio da imaginação a energia até os Chackras.
Posteriormente seguimos com uma meditação nestas vogais e seguimos mantralizando internamente já não usando o verbo físico.
Na prática da meditação podemos chegar a um estado que se chama Adoração, a adoração é o estado mágico aonde o objeto no qual colocamos todo o foco e atenção, toma vida e pode não só nos explicar ele mesmo seus princípios e funções, como desvelar ante nós seus mistérios.

Foi pois o que buscamos vivenciar nesta noite, seguimos desde a observação até a devoção e a adoração destas vogais e o resultado, dentre outras coisas foi ver tais vogais (I, E, O, U, A) tomando uma forma bastante conhecida.
Confesso que isto ainda nos surpreende cada vez que acontece. Digo, nunca sabemos o resultado destes instantes máximos, e desta vez vimos, o relacionado das vogais ao símbolo CLXV.

Realmente uma vez nós afirmando isto, qualquer um poderá dizer que I equivale a 1, que O equivale a 0, assim o E é o mesmo 8, o U é exatamente o 6 e o A representa o 9.


Mas realmente nos surpreende tais vogais igualmente se relacionarem com este principio, ainda mais de forma tão evidente.

Ao vocalizar o verbo ecoava nos mundos internos e víamos conforme fazíamos o IEOUA, surgir o símbolo 16890 (na ordem das vogais 18069).
Confesso com toda franqueza que buscávamos informações livres de qualquer conceito ou coisa imaginada, livres de idéias pré concebidas e por isto nos surpreende que tais vogais tenham nos mostrado o que mostraram.

29/10/12

Algumas noites atrás antes de nos entregarmos a meditação, observávamos a figura do Bafometo, e algo em particular nos chamou atenção naqueles momentos.

Já haviamos percebido a questão do Caduceu em relação ao Símbolo CLXV, sabemos que Ida e Pingala são o 6 e o 9, que o 8 é o Shushumna, e que o tribeni é o 0 e o cálice é representado pelo 1.
Isto tudo sabemos são muitas formas de representar uma mesma coisa, são formas derivadas de um mesmo principio então não é difícil observar e conhecer.

Mas na figura do Bafometo algo nos chamou atenção em relação a isto:

Podemos observar sem sombra de dúvidas o I (1) como o Bastão, o A (8) como as Serpentes enroscadas no bastão e por fim o O (0) como o Arco-Íris.

Claro que o 6 e o 9 representam as emanações do 1 ao 0 e do 0 ao 1 como já explicamos anteriormente.


08/11/12

Ontem foi um dia de muitas provas esotéricas e certamente de um grande conjunto de aprendizados.
Deixando de lado os processos e indo aos grãos que gostaríamos de compartilhar, pudemos ontem observar alguns fatos na Base Aérea de nossa cidade.

Creio que dois muito relevantes do ponto de vista esotérico. Observávamos a aura de algumas pessoas que por lá passavam e estavam trabalhando, e vimos alguém com uma aura muito incomum, digo incomum porque era muito ampla e denotava ser um Iniciado ou pelo menos um Santo do ponto de vista de que não tinha todas aquelas manchas deixadas pelo ego.
Confesso que de observar aquilo nos remetemos ao passado e ao sentido das Instituições Esotéricas Iniciáticas.

Claro que o Exército de qualquer nação seja do planeta Terra ou do cosmos, em qualquer época, não é mais do que uma escola iniciática, pois estas instituições tanto de Governo, como de Saúde como de Proteção Militar, não são mais do que o reflexo das necessidades do Povo e nisto há seus iniciados, Adeptos e Mestres.
Claro que o Sistema Militar, assim como de Saúde, de Ensino, enfim tudo... que hoje temos já são reflexos degenerados de outros tempos. Certamente a pessoa que observamos já passou pela iniciação de alguma instituição de caráter militar e com isto teve suas iniciações e purificações em relação a Níveis de Ser.

As Escolas Iniciáticas de todos os tempos serviram e servem para por provas as pessoas humanas, desde testes a vontade, a consciência, enfim, a instituição é criada de forma a elevar a pessoa humana nestas escalas relacionadas a expressão das Virtudes, do próprio Ser.
Mas não é o tema que queremos abordar, isto são apenas percepções e reflexões que pudemos ter de observar tal irmão do caminho.

Bem, outro fato que me causou assombro foi observar os elementais do ar, estávamos observando o treino de um piloto de helicóptero enquanto observávamos com estes olhos físicos, por assim dizer, a expressão dos elementais do Ar, trabalhando e porque não dizer brincando e guiando aquelas pessoas em seu ofício.
Nunca havíamos visto nem na cidade nem no campo elementais do Ar naquelas proporções ou com aquela atividade que vimos naquela pista de decolagem e de treino do Aeroporto Militar, realmente vemos que há uma interação e uma guiatura, por parte destes elementais, a estes homens e mulheres que se propõe a dominar a arte dos pássaros.

Só gostaria que entendesse o leitor que não nos referimos aos Elementais com suas formas Astrais tal qual podemos dialogar e observar naquela região. O Que observávamos era sua expressão etérica, sua energia e seu magnetismo fluídico o qual qualquer criança pode facilmente observar com alguma concentração.

Enfim como dissemos, passamos por severos acontecimentos no dia de ontem e o resultado ao final de um dia exausto pelas provações iniciáticas foi a entrega por parte do Ser à pessoa Humana, de parte dos ganhos que ele havia logrado conquistar.

Há algumas noites um Ser misterioso se apresentou nos mundos internos e havia nos solicitado uma prova, um mecanismo de movimento perpétuo.
Confesso que interpretei tal solicitação como um sonho, um desprendimento de alguma memória relacionado a ensinamentos do Movimento Perpétuo que sabemos é a força sexual.

Mas ontem percebemos que o que ele nos pedia era algo não apenas viável mas algo que em síntese precisaríamos compreender totalmente, neste processo iniciático.

Ontem uma pessoa nos questionou relacionado ao Símbolo CLXV, pois observava nosso Anel, e nossa resposta, dentre as tantas possíveis foi que representava a Unidade (1) o Tudo ou o Infinito (8) e o Nada (0).
O 6 e o 9 eram projeções ou variações entre a progressão do Nada a Unidade e da Unidade ao Nada.

Este são um destes momentos aonde nos pegamos em plena expressão da consciência, e realmente falar de algo tal qual percebemos e compreendemos, é pois manifestar o Verbo Divino.


Mal fechamos os olhos, exaustos pelas atividades do dia e já ao nos concentrar em algumas tarefas esotéricas pudemos observar grandes ensinamentos.
A Primeira coisa que pudemos perceber foi uma mola, uma mola que representava exatamente os estados da energia em sua progressão, relacionado ao Mistério do 4.
Ela alternava estando totalmente estendida representando o 1, logo se contraia no formato do 6; chegava a sua compressão máxima formando o 0, logo invertia o eixo vertical para desestender-se formando o 9, e mais uma vez o 1 em seu estado inicial.

 

Como sempre sabemos que o sistema se baseia na dualidade, haviam duas molas que nunca se encontravam e que uma era a força motriz da outra. Quando uma estava no 1, a outra estava no 0, quando uma manifestava-se como 6 e outra como 9. Uma mola dava corda na outra, representando assim o sistema relacionado ao Movimento Perpétuo.

Então percebemos o segredo da vida no planeta, é exatamente este. Estas duas forças trabalhando em conjunto, uma que atrai e outra que repele.
Sabemos que a força negativa e atrativa do planeta está em seu centro, a força positiva está nas extremidades ou ao seu redor.
A Atração e a Repulsão são a chave do Magnetismo e da Vida.

Logo após estas constatações do Mistério Magnético do Santo Quatro, nos vimos obrigados a analisar Cabalisticamente o Santo e Divino Tetragramaton.

IOD-HE VAU-HE.
Bem, realmente fomos observar o valor de cada letra no sistema Numérico Hebraico e tivemos.

IOD = 10
HE = 5

Bem, 15 é realmente a Paixão e o Magnetismo, não poderia resultar outro número mais santo para este mistério da Divindade.

VAU = 6
HE = 5

Logicamente o 11 é o número da Mãe Divina e mais uma vez não poderíamos ficar menos entusiasmados pelo resultado já que ela é o Espírito Santo dentro de nós, é a expressão do Fogo Sexual dentro do Homem.

10+5+6+5 = 26 que resumimos ao Santo Oito (8).
O Santo Oito é realmente a resultante do Mistério das possibilidades infinitas. E Como a criação é infinita e IOD HE VAU HE é o nome do Criador, é sem dúvida a similaridade que esperávamos para com o Símbolo CLXV.

Ainda observando e meditando sobre este Tetragrama esotérico, nos deparamos com o fato de que o HE se repete duas vezes e sabemos que o segredo da criação está no 3, na trindade.
Se observarmos IOD VAU HE, suprimindo o primeiro HE que se repete duas vezes.
Temos 10, 6 e 5. Reduzindo Cabalisticamente a unidade, temos 1 6 5, ou seja CLXV, 165.

A Formação numérica de CLXV, 150 + 15, é o mesmo IOD HE VAU HE em seu principio lingüístico, já que transcende a forma escrita de alguma época.

O Símbolo é realmente a manifestação ou explicação física e interna do Criador e de sua criação.

Vimos uma máquina baseada nestes princípios, aonde por meio do magnetismo é possível realmente gerar um movimento perpétuo, pois se baseia no símbolo e na força magnética do principio criador. Particularmente não nos é interessante isto a nível físico, mas que internamente é a força, percebam, que move tudo.

O INRI ou IOD HE VAU HE, ou CLXV, é esta mesma mola mágica que move os mundos, no mundo da Consciência e do Íntimo se pode observar todas estas coisas.

10/11/12